sábado, 3 de junho de 2017

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA


87ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA


De 1 a 18 de Junho 


Parque Eduardo VII












Feira do Livro - Parque Eduardo VII

Lisboa - Portugal

quarta-feira, 31 de maio de 2017

OS OLHOS DA NATUREZA



OS OLHOS DA NATUREZA
«Trovas do mês de Maio»


Toda a Natureza é bela
E é bela qualquer flor
Com olhos de cinderela
Como é belo o meu amor. 

Os olhos da natureza
São olhos de mim também
E no que respeita à beleza
Como eles não há ninguém.

À volta de um horizonte
Tudo o que sinto é riqueza
Espelhados vejo na fonte
Os olhos da Natureza.

É belo o ar que respiro
Todo o pensar tem valor
Sinto prazer quando inquiro
Se é bela qualquer flor.

Toda a Natureza tem olhos
E também todas as flores 
Em cada par ou aos molhos
Sinto neles os meus ardores.

Mês de Maio, mês das flores,
Mês da alma e da harmonia
Pintado de todas as cores
E revestido de fantasia. 

A par da flor é o meu canto,
Que tem melodia como ela,
A cotovia é o meu espanto
Com olhos de cinderela.

Todo o pássaro voa suave
Quer tenha frio ou calor
Minh´ alma canta o que sabe
Porque é belo o meu amor.

São os olhos da Natureza
Os olhos que Deus me deu
Tudo é belo, tenho a certeza,
Tão belo como no céu.

No espelho d´ água há um sol 
Qu´ é seu irmão porventura
E no canto do rouxinol
Há balada de ternura.

Toda a Natureza me olha
Como eu olho para ela
E as gotas d´ água que chora
Escorrem na minha janela.

Minha alma anda à deriva
Sozinha a todo o momento
Não há beleza que lhe sirva
E lhe cubra o pensamento. 

A cada hora que passa
Sinto que o tempo me foge
Numa saudade sem graça
Do antigamente até hoje.

Os olhos da Natureza
São olhos iguais aos meus
Meu amor, tens mais beleza, 
Quando parto sem os teus.

Os olhos da Natureza
Olham, para tudo, a esmo
Na alegria e na tristeza
Adentram comigo mesmo. 

A Natureza não é cega
E eu cego também não
Se algum mal se me pega
Só se for noutra paixão.

A Natureza tem vida
E eu tenho vida também
Se por mim não for esquecida
Dela nenhum mal me vem.

Os olhos da Natureza
Nunca me deixam sozinho
Pois comem comigo à mesa
Num prato de pão e vinho. 

Nas rosas sinto um sorriso
Espalhado pelo caminho
Com ele vai-se-me o siso 
Pintado de rosmaninho.

Os olhos que na alma tenho
São olhos pupila-rainha
Nas asas me vou e venho
Com saudades de andorinha.

Os olhos da Natureza
São olhos da cor do mar
Seu marulhar singeleza
Faz a brisa me enredar. 

O meu olhar-natureza
Entre o campo e a floresta
Tem esperança, tem certeza
Do prazer que manifesta.

Natureza, minha aldeia,
Libelinha e mariposa,
Abelha-mestra, colmeia
Com melícia saborosa. 

Nos olhos do horizonte
Toda a minh´ alma se envolve
Na planície ou no monte
A minha emoção se dissolve.

Meu Maio, minha bonança,
Meu compromisso e olhar,
Meu coração de criança
Na Natureza a bailar…

Ó olhos da Natureza,
Ó olhos que são de mim,
Deixai-vos de avareza
Plantai cá dentro um jardim!

Frassino Machado
In TROVAS DO QUOTIDIANO 


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

JINGLE BELL




JINGLE BELL


Jingle Bell
Já cheira a Natal
Aí vem o papai Noel
É uma época divinal

Jingle Bell
É altura de sonhar
Vamos pedir ao papai Noel
Um carrinho para brincar

Jingle Belll
Oiço bater na porta truz truz
Estou certo ser o papai Noel
Chegou o mês do menino Jesus

Jingle Bell
Vejo nos rostos muita felicidade 
Estão todos esperando o papai Noel
Com os corações cheios de ansiedade

Jingle Bell
Que este Natal não seja apenas um dia
Quero que fiques todo ano papai Noel
Para poderes oferecer a minha poesia 

Paulo Gomes


domingo, 18 de dezembro de 2016

PAPAI NOEL!




PAPAI NOEL!


Já coloquei meu sapatinho
Não esquece o meu presente
Escuta o que vou te pedir
Traz meu amigo ausente...

Não quero presentes caros
Quero uma cesta recheada
De amor caindo dos lados
Carinhos bem recheados...

Quero também sentimentos
Um pouco de luz não faz mal
Não esquece Papai Noel
Meus presentes de Natal...

Não quero presentes caros
Nem embrulhos caprichados
Quero paz e o amor abraçados
Quero família com gostinho de abraços...

Irá Rodrigues